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É HORA DE ACONCHEGAR-SE

 

Com a chegada do inverno, a lareira passa a ser um dos objetos de desejo para espantar o frio. Além de aquecer e deixar o ambiente ainda mais aconchegante, é inegável o charme que a lareira traz para o décor.

De acordo com a arquiteta Carmem Avila, do escritório Carmem Avila Arquitetura, a lareira à lenha, tipo mais tradicional, demanda mão de obra especializada para execução, que deve incluir a utilização de tijolo refratário, duto de exaustão e chaminé para saída da fumaça. “É perfeita para quem aprecia o ritual de acender a lareira e apreciar o perfume aromático da madeira durante a queima”, conta Carmem. Ao escolher essa opção, é necessário estocar lenha em casa e realizar a retirada das cinzas no dia seguinte. Entre as vantagens, a arquiteta ressalta o calor emitido, que aquece o espaço de maneira uniforme. Todavia, ela ressalta um ponto importante para a utilização em apartamentos. "Nesse caso, o modelo só pode ser adotado se estiver previsto pela construtora", alerta.

Já as lareiras do tipo ecológicas, utilizam o etanol ou gel fluído como combustível e é extremamente prática e fácil de instalar, podendo até ser portátil. Como ponto positivo para sua adoção está o fato de ser ecologicamente correta por não produzir fumaça, resíduos ou inalantes. Com potência mediana, "não é a melhor opção se sua região é realmente muito fria", recomenda a profissional.
O modelo a gás, dispensa o uso de dutos de exaustão e é de fácil manuseio – tão prática como acender uma boca de fogão – e algumas são controladas até por controle remoto. Antes de comprar, recomenda-se verificar qual o tipo de alimentação à gás disponível no imóvel (casa ou apartamento), haja vista o modelo precisa ser compatível. Assim como a versão à lenha, a lareira à gás necessita de mão de obra especializada para instalação.

 

          Projeto: Carmem Avila - Foto: Rafael Renzo

 

          Projeto: Carmem Avila - Foto: Rafael Renzo

 

No projeto da arquiteta Cris Paola, do Studio Cris Paola, a lareira foi pensada para trazer beleza, aconchego e funcionalidade ao espaço, onde a profissional optou pela lareira a lenha. A sua criação só foi possível, pois haviam condições em utilizar o duto de exaustão para a queima da madeira e neste caso, o revestimento interno ideal é o tijolo refratário que é próprio para receber calor e combustão.
A parede externa da lareira, que tem boca de 1,15 X 1,15 m, foi construída em drywall especial para áreas quentes – chapa rosa e recebeu um mármore travertino polido italiano, que foi aplicado em partes iguais para que fizessem os frisos existentes e um aparador em mármores branco absoluto. A lareira está em destaque na sala de estar, então a iluminação faz parte de um contexto de cenários da sala como um todo e possui em fita de led para que possa destacar sua forma e materiais.

 

 

          Projeto: Studio Cris Paola

 

Destacamos ainda, duas lareiras utilizadas pela arquiteta Cristiane Schiavoni.
No projeto da Mergenthaler, a lareira a álcool - Largrill, se destacou sobre o mármore Marrom Imperial e com o revestimento feito de mosaicos em mármore natural, fizeram o contraponto com o painel branco, onde está a TV.

 

 

          Projeto: Cristiane Schiavoni e Adilson - Foto: Carlos Piratininga

 

No projeto Nanuque, a lareira foi construída no modelo a lenha, que a própria construtora entregou pronta e neste caso, a arquiteta revestiu a boca da lareira com o mármore Piguês Branco, criando praticamente uma moldura para a lareira tradicional.

 

 

          Projeto: Cristiane Schiavoni e Adilson- Foto: Carlos Piratininga

 

Fonte: dc33 Comunicação

 

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