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Contato

 

A Casa Cor funciona como uma verdadeira vitrine para expor as ideias de arquitetos, decoradores, paisagista e designer de interiores, verdadeiros artistas, que nos encantam com seus projetos, lançando tendências, novidades e dicas que podemos aplicar em nossa casa.

Essa mostra é sempre antecipadora de tendências em móveis, revestimentos, estilos,  materiais e soluções de arquitetura, design de interiores e decoração.

O Revest In Cena traz para você, alguns ambientes inspiradores:

 

O desafio em criar um banheiro, dentro de um ambiente pequeno (35 m²), mas aberto ao público visitante da Casa Cor, com a proposta de não fazer distinção de gênero, além de inspirador para arquiteta Mara Liz Ferrentini (Zina Arquitetura), trouxe um ar "street", arrojado, descolado e funcional ao WC Unissex

 

          WC Unissex - Mara Liz Ferrentini

 

Quebram-se as barreiras dentro de uma proposta democrática, onde o espaço faz repensar conceitos, preservando o respeito e individualidade de cada um.

Nota-se a preocupação da arquiteta com a questão da sustentabilidade, presentes em diversos momentos, como na iluminação com lâmpadas de led (economia energética), nas torneiras com sensores (evitando o desperdício de água) e na descarga com duas funções de jato de água.

 

          WC Unissex - Sustentabilidade em destaque

 

Atenção para a encantadora decoração, que conta com o maravilhoso móvel abraçadinho (característico nas obras da profissional), o sensacional banco de papel machê, a entrada revestida com uma lona trançada, bancada de madeira, vasos da SÉRIE ATMOSFERA  - Angela Valdrighi - Art-viva Cerâmica “Cabeça Sem Rostos”, com vegetação, explorando ainda mais a pluralidade e a diversidade.

 

          Móvel Abraçadinho, vasos Cabeças sem rosto e banco de papel machê

 

O piso e parte das paredes são revestidos com azulejos brancos e azuis. Seguindo o conceito onde o jeans remete a diversatilidade completa, o uso do azulejo branco, o mais democrático e o azul, demonstrando a universalidade das raças, a arquiteta propõe a fuga do óbvio, não utilizando a cor preta e branca. 

 

          WC Unissex - Mara Liz Ferrentini

 

O grande destaque do ambiente é o jeans grafitado pelo artista Samir Mauad, revestindo teto e algumas das paredes e portas do espaço. O Grafite esta cada vez mais presente nas metrópoles mundo a fora e chegaram ao décor com força total, inseridos através de papéis, adesivos de parede, quadros, painéis ou até em intervenções de um artista grafiteiro.

 

          Detalhe do jeans usado como revestimento

 

Propondo uma reflexão às lembranças e tudo o que é essencial na vida, o arquiteto Duda Porto faz sua estreia na Casa Cor São Paulo, assinando o Abrigo de Memórias.

Simples, tocante e poético, o espaço chama a atenção para a importância de valorizarmos cada instante com o que é essencial, aliando simplicidade e sofisticação. “É hora de nos aproximar de quem amamos e trocar experiências reais. Vamos (re)conquistar a natureza, criar um refúgio e construir memórias para a vida toda”, explica Duda. “Nossas lembranças e nossa consciência têm abrigo onde e quando a gente quiser”, completa.

 

          Abrigo de Memórias - Duda Porto

 

O espaço retrata a cidade, quando a mesma era apenas uma aldeia no topo da colina, por meio da reprodução de moradias ancestrais na paisagem do Jockey Club. A arquibancada ganhou um platô com deques de madeira de demolição reaproveitada e uma área de jardim cultivado em placas modulares (Studio Cidade Jardim) com sistema de irrigação por gotejamento, onde Duda construiu quatro cabanas (Sonho, Amigos e Família, Infância e Reflexão) que representam momentos da vida do arquiteto.

 

          Interior de uma cabana

 

Esses refúgios são triângulos perfeitos (3 x 3 x 3 m), com estrutura de um sistema inovador, o Isocip (placa de isopor entre painel OSB), revestida externamente de Viroc (placa cimentícia com agregado de madeira) e internamente de cumaru. 

 

          Detalhe do revestimento Viroc

 

O espaço apresenta uma área de convívio com bancos de ipê reaproveitado, duas piras (Construflama) próximas à árvore dos recados, conferindo um ar leve em contraste à vida urbana agitada. “Vamos fazer tudo o que geralmente deixamos passar no dia a dia frenético da cidade”, conta Duda.

Lembrando que ao término da mostra, todos os recados da árvore, serão plantados em uma área de São Paulo a ser definida.

 

          Área de convívio - foto Evelyn Muller

 

Dando vida às paredes tombadas do prédio do Jockey Club de São Paulo, a paisagista Clariça Lima, faz sua estreia na Casa Cor assinado o Jardim dos Terraços.

Com uma proposta diferenciada de serralheria aparente, a profissional brinca em seus ambientes externos na mostra. 

 

          Jardim dos Terraços - Clariça Lima

 

O jardim compreende quatro canteiros de 16 m² e três jardins verticais com quase 2,5 m de altura e 4 m de largura. Ao todo, mais de 600 vasos de plantas com espécies semiáridas como ripsális, cactos e flor-de-maio, que encantam, acalmam, alegram e atraem olhares.

 

          Detalhe do jardim vertical e seus vasos compostos

 

"Utilizei as paredes entre os canteiros para fazer três jardins verticais que fogem dos modelos tradicionais. A estrutura possibilita a brincadeira entre os vasos com as plantas, que conforme são relocados modificam o desenho do painel. Minha ideia é mostrar que este tipo de jardim pode ter uma infinidade de possibilidades e ser ajustado ao espaço, área interna ou externa, com imensa variedade de plantas” explica Clariça.

 

          Jardim dos Terraços - Clariça Lima

 

Um recanto de paz, tranquilidade, devoção e com estilo japonês, assim é o Jardim Zen, assinado por Alalou Paisagismo (Maria Lúcia Alalou e Felipe Alalou). O ambiente contempla os 5 elementos bases desse tipo de jardim: bambu, pedra, água, planta e lanterna. 

 

          Jardim Zen - Alalou Paisagismo

 

De acordo com a tradição japonesa, o bambu é símbolo da força, resistência e persistência, uma vez que, diante do vento e da tempestade, ele se enverga, porém não quebra. A pedra representa a evolução do ser durante a vida; a água simboliza a vida; e a planta, a eternidade. A lanterna, conhecida como Torô, clareia os caminhos e ilumina a mente de quem caminha pelo jardim.

 

          Detalhe da lanterna - Jardim Zen - Alalaou Paisagismo

 

O Jardim é regido pela simplicidade, quando a questão são os móveis, como no fantástico banco feito de bambu, pela beleza das toras de Bambu-Mossô que delimitam a área do jardim e conferem certa privacidade, dispondo dentro das mesmas faixas de Led que trazem um toque inusitado e moderno.

 

          Banco feito de bambu e Bambu-Mossô

 

Cinco balizadores de pedras, conhecidos como Torôs, substituem as tradicionais Panhouses e com os feixes de luz, iluminam indiretamente o caminho dos passantes.

Os cerca de 120 m² do jardim trazem a essência tranquilizante japonesa, trazendo paz e uma forte conexão espiritual, perfeito para contemplação.

 

          Jardim Zen - Alalou Paisagismo

 

Destaque para o piso de cimento, a areia branca e as pedras.Típico em jardins secos, o caminho de pedras Brita comuns simula a água, também representada pela fonte. Já as Pedras Coral, no espaço contemplativo, aludem às montanhas.

 

          Detalhe do piso Silver, da linha Cronos, Concresteel

 

No Loft do Viajante, projeto de Maicon Antoniolli, a decoração é recheada com peças de design em estilo vintage e moveis funcionais. A ideia do espaço é mostrar que o valor afetivo desses objetos os torne essenciais. Seu conceito visa mostrar, de maneira despojada, que o design excede aquelas peças compradas comercialmente como “design”.

 

          Loft do viajante - Maicon Antoniolli

 

O Espaço tem uma decoração poética, afetiva e marcante, com peças que contam histórias de seu morador, os lugares onde passou, o que gosta de fazer e objetos de família herdados, vistos por exemplos em uma série de objetos indígenas, vale perceber cada detalhe do espaço com atenções redobradas.

 

          Loft do viajante - Foto Marco Antonio

 

O Ambiente põe em evidência, que decorar um espaço, pode transcender os limites da estética e chegar a um ponto agradável para o morador e suas questões afetivas.

“Mesmo em ambientes pequenos, prefiro ter uma boa poltrona grande, do que duas pequenas. Pensando assim, nos livramos de alguns excessos, e abrimos espaço para as memórias”, conta Antoniolli.

Destaque para o revestimento em pedra natural, utilizado na parede e piso da área molhada e para a textura rústica, completando as paredes. 

 

          Detalhe do revestimento Rocha Explosion Blue da Antolini

 

          Detalhe da textura rústica Cor Aventura do Asfalto da Tintas Coral

 

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